Supera??o marca carreira de colaboradora da Roche

Pessoas an?nimas e públicas relatam, na série da Roche, como se reinventaram no dia a dia para superar obstáculos. Assim como Nina Costa, m?e, esposa e coordenadora de uma equipe na fábrica da empresa no Rio de Janeiro, que, como muitas mulheres, superou diversos obstáculos para ter uma família e crescer profissionalmente. Conhe?a esse exemplo de supera??o.

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De estagiária a coordenadora de Processos

Minha carreira na Roche come?ou em 2004, como estagiária. Eu moro no Rio de Janeiro, onde fica a fábrica da empresa, que eu já admirava pelos seus equipamentos e tecnologia. Por isso, quando a Roche abriu uma vaga de estágio?em Produ??o, área que eu já tinha experiência, me candidatei.

Fui selecionada e estagiei durante um ano na área de Produ??o de Líquidos Estéreis. Após terminar a faculdade, queria ser efetivada. Como gostaram do meu trabalho, consegui. Me tornei técnica de Processo e, depois de alguns meses, fui promovida para analista de GMP Junior, na área de Qualidade, onde assumi várias responsabilidades: cuidava de treinamento, documenta??o, procedimento e, quando havia alguma discrepancia, eu ajudava.

Além de representar um avan?o na minha carreira, o trabalho na área de Qualidade me deu uma vis?o mais ampla da Roche, pois tive mais contato com outros setores. Mas ainda n?o sabia que minha carreira na empresa estava só come?ando.

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A Supera??o no desafio de gerir pessoas

Durante meu trabalho como analista tive a oportunidade de me candidatar a uma vaga de coordenadora da linha de Líquidos Estéreis. Me candidatei para o cargo, mas n?o consegui, pois n?o tinha experiência com gest?o de pessoas. . N?o me deixei abater. Continuei meu trabalho e sempre me esforcei para dar o meu melhor.

Foi em 2010, ao voltar de férias, que fui surpreendida com uma grande notícia. Uma nova oportunidade surgiu e me convidaram para ser coordenadora da linha de Líquidos Estéreis. Aceitei o desafio e fiquei no cargo até 2015, quando mudei de área e me tornei coordenadora de Processos de Fabrica??o de Sólidos, posi??o que estou até hoje.

Quando se gosta do que faz, você se entrega e aprende. Meu maior desafio é a gest?o de pessoas, pois os processos s?o iguais, mas as pessoas s?o diferentes. Elas recebem feedback de maneiras distintas. Quando se fala em grupo é preciso encontrar um equilíbrio e, quando se fala individualmente, é necessário saber o que funciona para cada um. é importante conhecer muito bem as pessoas.

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Conciliar maternidade com vida profissional exige supera??o constante

Por ser uma grande multinacional que se preocupa com o desenvolvimento dos colaboradores, a Roche oferece para os funcionários oportunidades de trabalho internacionais. Ter uma filha pequena dificulta, mas n?o atrapalha ter algumas experiências internacionais.

Tenho uma filha de três anos e, por enquanto, n?o penso em morar em outro país. Mas, mesmo assim, já tive experiências internacionais de trabalho pela Roche. Por exemplo, em 2016, quando passei três semanas em Basiléia, na Suí?a, para um projeto. Apesar de hoje n?o ter a flexibilidade de morar fora, consigo organizar minha agenda pessoal de forma que eu possa atender as demandas e os desafios.

Durante a semana, eu e meu marido trabalhamos. Mas nos finais de semana e nas férias, nos dedicamos totalmente à nossa filha. Viajamos e vamos ao cinema, parques e festas com ela. Tenho minhas duas vers?es: Nina profissional e Nina m?e.

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Identificar-se com o propósito

Após 13 anos trabalhando na Roche, o que mais me encanta na empresa é a integridade de que n?o importa o qu?o difícil seja uma decis?o, há um propósito: manter um produto com qualidade para o paciente. Independente da área, qualquer decis?o é sempre com o foco de n?o perder esse direcionamento pelos pacientes. Isso me encanta.

Também é impressionante o investimento na melhoria contínua e colabora??o de pessoas. Na Roche n?o se incentiva a competi??o, mas sim a colabora??o e o trabalho em equipe. Assim, alcan?amos ótimos resultados.

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