Caminhos para ampliar o acesso à saúde

No Summit Saúde 2018, organizado pelo jornal O Estado de S.Paulo, Roche debate sobre solu??es para levar mais inova??es em saúde à popula??o

Ampliar as op??es a tratamentos e diagnósticos nos sistemas de saúde passa por uma rede de colabora??o entre diversos atores, incluindo governos, indústria, sociedades?médicas, órg?os regulatórios, associa??es de pacientes e outros. Este foi o tema de uma das mesas de debate promovidas durante o?Summit Estad?o Saúde 2018, no último dia 17 de agosto, organizado pelo jornal O Estado de S.Paulo, com patrocínio da Roche - evento que reuniu mais de 30 especialistas brasileiros e estrangeiros para debater o que há de mais inovador em gest?o e tecnologia.

Eduardo Calderari, diretor de acesso ao mercado, rela??es governamentais e opera??es comerciais da Roche Farma Brasil participou da discuss?o e destacou o papel da indústria em prover mais acesso a novas tecnologias na ponta, aos médicos e pacientes, ao mesmo tempo em que contribui com metodologias que possam dar mais sustentabilidade ao sistema de saúde.

“A disponibiliza??o de um medicamento no sistema público reflete em um alinhamento entre todos esses agentes, em que nós da indústria temos nosso papel. Por meio de negocia??es diferenciadas, pode-se chegar a um denominador comum para levarmos mais acesso aos pacientes brasileiros e – conjuntamente – a solu??es de longo prazo, com foco em proporcionar mais saúde e muitas vezes a cura de milhares de pessoas”, destacou o executivo.

Participaram da mesa Dr. Paulo Hoff, presidente da Oncologia D’Or e diretor-geral do Instituto do Cancer do Estado de S?o Paulo (Icesp); Pedro Bernardo, presidente da Interfarma; Denizar Viana, médico e especialista em Prática Clínica Baseada em Evidências, além de docente Faculdade de Medicina da UERJ; e Renato Porto, diretor de Regula??o Sanitária da Anvisa.

Além disso, os especialistas comentaram sobre os altos impostos do segmento de saúde, investimento em pesquisas, falta de padr?o na prescri??o de medicamentos de alto custo e práticas que oneram as despesas.

O uso preciso de novos medicamentos foi um dos pontos mais debatidos, ou seja, dar prioridade a essas drogas para pessoas que tenham mais chance de reagir contra a doen?a por meio de diagnósticos completos e previsíveis – a aplica??o mais eficiente da medicina personalizada.

Para ter acesso aos conteúdos debatidos no Summit,?acesse a página oficial do evento,?disponibilizada pelo Estad?o.